Ao longo deste ano, as Malas das Histórias voltaram a passear com os meninos e meninas do Jardim de Lamas. E voltaram com novas histórias, criadas com a ajuda das famílias.
Agora podes conhecer os livros que viajaram com os teus coleguinhas e os trabalhos que eles construíram.
PARABÉNS A TODOS PELA PARTICIPAÇÃO E PELA CRIATIVIDADE!
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segunda-feira, 31 de julho de 2017
domingo, 8 de dezembro de 2013
Uma Joaninha Resmungona voou n' A Mala das Histórias
A primeira história que este ano publicamos foi construída a partir da leitura do livro «A Joaninha Resmungona» de Eric Carle. Por ter sido uma das últimas atividades da BE em que a Gorete participou, decidimos divulgá-la neste momento, mas será depois incluída no trabalho final, juntamente com os textos das outras crianças.
Foi o pequeno Martim Ferreira, do Jardim-de-infância de Lamas, quem «leu» a história e inventou um novo final, com a ajuda do irmão Diogo (e certamente dos pais, Gorete e Paulo). Com o livro viajaram uma flor de papel e uma castanha.
O Martim também fez uma ilustração, com a colaboração do mano. Ficou muito bonita!
A joaninha
resmungona
(continuação da história com
um final diferente)
Quando
a Lua foi dormir e o Sol se levantou, a joaninha resmungona, que já não era
resmungona mas uma joaninha muito gentil, convidou a joaninha simpática para um
passeio.
-
Bom dia! Queres passear comigo? Vamos à procura de um belo pequeno-almoço –
disse, com um sorriso, a joaninha gentil.
-
Claro que sim! – respondeu a joaninha simpática ainda meio ensonada, e muito
feliz com a mudança de atitude da sua nova amiga.
Voaram
por entre árvores, arbustos e campos verdejantes, quando ao longe, bem ao
longe, avistaram uma belíssima flor.
-
Vamos poisar naquelas lindas pétalas! – sugeriu a joaninha simpática.
Depois
de aterrarem naquele agradável aeroporto e respirarem o agradável aroma, melhor
dizendo, o maravilhoso perfume, as joaninhas continuavam com fome.
-
Ainda não encontrámos nada para comer… – lamentou-se a joaninha simpática, com
a barriga a dar horas.
-
Olha, olha! Estou a ver qualquer coisa no chão, parece uma castanha. Huum! Como eu adoro castanhas! – gritava eufórica a
joaninha gentil.
Depressa
atacaram a deliciosa castanha.
Como
era bom aquele apetitoso manjar, principalmente ao ser devorado na companhia de
uma amiga!
Martim
Ferreira (Jardim de Lamas) e seu irmão, Diogo Ferreira
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A Mala das Histórias do Pré-escolar
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
A 1ª viagem da Mala das Histórias no Jardim de Infância de Lamas
«A Mala das Histórias» também viajou pelas duas salas do Jardim de Infância de Lamas e já chegaram à Biblioteca Escolar as primeiras histórias feitas pelos meninos, com a ajuda da família, claro!
Esta Mala levava o livro «Os ovos misteriosos» de Luísa
Ducla Soares e dois objetos: uma bola de ping-pong e um brinco.
A Biblioteca convida-vos a apreciar os trabalhos desta 1ª viagem. A história inspirou os mais pequeninos, mas os crescidos também entraram na rota da imaginação!
Continuação da História “OS OVOS MISTERIOSOS”
Novo Capítulo: “MISSÃO DE SALVAMENTO”,
Depois do jantar, cada um
foi dormir para o seu ninho. Na manhã seguinte, ao acordarem, aperceberam-se de
que faltava a mãe galinha.
– Para onde terá ido? –
perguntou o crocodilo. Ela não estava no seu ninho, nem andava a arranjar
comida para a avestruz!
Um a um, todos ficaram
preocupados e começaram a procurá-la.
– Mãe? Mãe, onde estás??!!
– gritava o papagaio pelos ares.
A irmã serpente meteu-se
em todos os buracos mas só encontrou um brinco,
perdido no chão!!! A mãe galinha adorava aqueles brincos…!
A avestruz corria de um
lado para o outro …e o pinto, de tão triste, já nem se mexia! Determinados a
encontrar a mãe, os manos fizeram uma reunião e decidiram procurar na capoeira
de onde tinha fugido.
– Será que a dona da mãe a
encontrou??? Se calhar fechou-a na capoeira para ela pôr mais ovos???!!! – disse
a serpente com ar de vidente!
E lá foram eles, devagar,
devagarinho, para ninguém se assustar. E não é que tinham razão?? Lá estava a
galinha dentro da capoeira, com a sua madrinha, em cima do poleiro!
Ela bem tentou escapar e a
porta descolar, mas nem um bocadinho a fez desandar…. Foi então que, num instante,
tudo ficou melhor pois viu à sua frente os seus filhos adorados! Todos
diferentes, todos irmãos, todos em busca de uma solução!
- Vamos colocar uma bola no teu ninho, assim a dona vai
pensar que já puseste o ovo! Quando ela o vier apanhar, dás-lhe uma bicada e
pões-te a fugir! – disse o crocodilo!
E assim foi… a galinha deu uma bicada na
dona, que era muito gordinha de tão gulosa, e saiu a correr. À boleia da
avestruz saíram dali a cem à hora e nunca mais ninguém os viu!
– Mas que grande aventura
esta missão de salvamento!!!!!!! – disse o papagaio. E, num abraço apertadinho,
todos riram de alegria e felizes viveram, todos juntos em família!
FIM….!
Autores:
Rodrigo Figueiredo Graça (Jardim de Inf.ª de Lamas)
e Elisabete Vaz Figueiredo (Mãe)
Uma nova História com personagens d'«Os Ovos
Misteriosos»
Era uma vez um menino que gostava muito de jogar à bola com os seus
amigos.
Ele morava com os pais e tinha um pinto e um papagaio. Ele também gostava
muito de brincar com eles.
Um dia, estava a chover e o menino perguntou à mãe se podia soltar o
papagaio um bocadinho. A mãe disse que sim, mas pediu-lhe para ter cuidado. O
menino descuidou-se e o papagaio, quando o pai abriu a porta para ir dar de
comer ao pinto, fugiu.
O menino começou a chorar muito e pegou no guarda-chuva para ir ver se o
papagaio estava ao pé do pinto.
Quando lá chegou, o papagaio não estava e o menino foi triste até casa. Quando
chegou a casa, a mãe disse-lhe para não se preocupar.
No dia seguinte, de manhã cedinho, o papagaio estava ao pé da porta. Então
ele foi avisar a sua mãe e esta ficou contente.
Então, o menino e os amigos foram jogar à bola.
Matilde
Ferreira dos Santos (Jardim de Infância de Lamas),
com
a ajuda da irmã, Diana
Letícia Almeida Duarte (Jardim de Infância de Lamas),
«Os Ovos
Misteriosos»
(continuação da história)
Um dia, a avestruz, num dos seus
passeios à procura de comidinha (daqueles “petisquinhos” de que ela tanto gostava),
de repente olhou para o chão e viu um objeto
branco e redondinho. Sem demora, agarrou nele e correu a entregá-lo à
mãe-galinha.
- “ Mãe, mãe, olha o que eu achei!”
A galinha, quando ouviu isto, pensou:
- “Lá vem a minha avestruzinha com mais
um dos seus insólitos achados.”
Mas…ao aproximar-se viu que, afinal, não
era um dos achados do costume, mas sim… um “ovo” (pensava ela!).
Como a galinha já estava tão acostumada
a chocar ovos estranhos, melhor dizendo, ovos misteriosos, disse:
- “Mais um que vou ter de chocar!”
E lá foi ela para o ninho!
Enquanto isto, a avestruz lá continuava
nos seus passeios à procura de mais petiscos.
Eis que um dia… encontrou uma menina. Não
era uma menina qualquer! Era uma menina que sabia usar o coração! Onde punha o
coração nascia… uma flor, um som mágico, uma borboleta, um sorriso…
Ao ver isto, a avestruz pediu-lhe se
poderia ir visitar a sua mãe que estava no ninho a chocar um ovinho.
A menina foi. Qual não foi o seu espanto
quando viu que em vez de um ovo era uma
bola. Então a menina, voltando a usar o seu coração, transformou a bola em
ovo.
E sabem o que saiu do ovo? Querem mesmo
saber?
Não foi um papagaio, não! Não foi uma
serpente, não! Não foi uma avestruz, não! Não foi um crocodilo, não! Não foi um
pinto, não!
Querem mesmo saber o que saiu daquele
ovo?
Foi uma linda galinha de água com um brinco de pérolas no bico!
História inventada por : Sara Rodrigues (Jardim de Inf.ª de Lamas) e a mãe, Carla
CARTA À GALINHA
Lamas,
5 de fevereiro de 2013
Olá, querida galinha:
Eu sou uma das leitoras
do livro «Os ovos misteriosos», que é uma história que adorei ouvir.
Mas,
o motivo por que estou a escrever esta carta é para te fazer umas perguntas
sobre as coisas que fizeste durante a história que eu ouvi.
Uma
delas é: como os teus filhotes eram todos diferentes, como conseguiste cuidar
de todos eles?
Tu
resolveste fugir porque a tua dona te tirava os ovos todos os dias e ainda não
tinhas filhos. Se fosse agora tinhas fugido?
Dentro
da carta envio também umas prendinhas para os teus filhotes e para ti: para os
teus filhotes uma bola para jogarem
e para ti um belo brinco. São apenas umas pequenas
lembranças para se lembrarem de mim.
Espero
que possas responder a todas as minhas perguntas e fico à espera que me mandes
uma carta com as respostas.
Adeus!
Da tua grande
admiradora,
Letícia
P.S- Nunca te esqueças de mim.
Letícia Almeida Duarte (Jardim de Infância de Lamas),
com a ajuda da sua irmã Cláudia
A Biblioteca Escolar dá os PARABÉNS aos seus leitores mais pequeninos e aos familiares que leram com eles e os ajudaram a construir tão belos e divertidos textos.
A escritora da obra original (Luísa Ducla Soares) certamente ficaria orgulhosa de ter inspirado tais maravilhas...
Quanto à resposta da mãe-galinha à carta da menina Letícia, aguardemos. Talvez em breve ela tenha uma surpresa...!
Pela equipa da Biblioteca Escolar,
a professora bibliotecária,
Isabel Carvalho
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