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segunda-feira, 31 de julho de 2017

As Histórias das Malas que viajaram com o 1º e º 2º ciclo

     Agora é a vez de conheceres os livros que viajaram com os alunos do 2ºF e 4ºF nas Malas das Histórias. Delicia-te com a criatividade dos teus colegas e conhece as novas histórias que eles inventaram com a ajuda das famílias.
     



     Também dois colegas do 5ºE participaram, a Lara e o Simão, que leram "A Menina que Detestava Livros" e escreveram uma histórias nova e uma carta à Mina, com a ajuda da avó e dos pais, respetivamente. Na Mala das Histórias viajavam também um dinossauro e uma caneta, que eles incluíram os seus textos.





     PARABÉNS A TODOS!


sexta-feira, 17 de maio de 2013

«A Mala das Histórias» e «Um Sonho no Fundo do Mar»

      N'«A Mala das Histórias», que tem viajado muito entre os alunos do 5ºF e 6ºF, mergulhou a obra «Um sonho no fundo do mar», da autoria de Mª da Conceição Galveia Ferreira. Para despertar a imaginação dos alunos e familiares que participaram nesta atividade, a Mala levou uma fita métrica  e uma mola.
     Vejamos as histórias que nasceram com a ajuda da Mª João e da Lara do 5ºF e da Leonor do 6ºF.



«Um Sonho no Fundo do Mar»
Continuação do capítulo: «Uma brincadeira de péssimo gosto»

         …com a crise de asma da amiga, o grupo uniu-se ainda mais. Deram conta de que não havia necessidade de haver tantos ódios nem tanto racismo, que todos unidos poderiam lutar para a resolução da poluição provocada pela fábrica. Assim, lá na aldeia toda a gente poderia viver melhor e de forma mais saudável.
        Para isso, o Cláudio foi o primeiro a falar com os pais para se tomar uma atitude, de modo a que a fábrica reunisse todos as condições necessárias para um bom funcionamento e para que estivesse tudo previsto no seu regulamento, para uma menor poluição.
        Todos em conjunto elaboraram um plano para agirem contra a poluição na aldeia.
       A aldeia toda colaborou, até os gerentes da fábrica acharam a ideia brilhante e meteram mãos ao trabalho. Finalmente, estava tudo resolvido dentro de toda a legalidade, coisa que antes não se verificava.
         Toda a gente da aldeia se uniu e organizou um lanche para todos, em homenagem à brilhante ideia do grupo dos amigos. Este foi feito numa bela paisagem à beira do rio.
         A partir daí todos os amigos ficaram mais unidos ainda e deram mais importância à amizade. E concluíram que todos juntos poderiam mudar o mundo, para uma vida melhor e mais saudável.

  Maria João Moreira Lopes 5º F Nº 13
       Com a ajuda do irmão João Pedro Lopes (8ºG)

Um Sonho no Fundo do Mar
Continuar a história do livro lido…

Atlânticos
            Kazz ficou tão contente que resolveu convidar-me, a mim e aos meus amigos, para visitarmos Atlânticos.
Ficámos radiantes com a ideia, marcámos encontro com Kazz no dia seguinte às nove horas na praia.
Letícia estava um pouco receosa com a ideia de embarcar nesta aventura, tinha medo que nos acontecesse alguma coisa, mas lá a convenci de que ia ser um dia inesquecível, se não fosse ia arrepender-se de certeza.
Às nove horas em ponto, lá estávamos nós na praia. A Letícia vinha radiosa com um vestido azul lindíssimo, os rapazes ficaram de boca aberta a olhar para ela.
Finalmente, entrámos para a nave submarina de Kazz. A viagem foi fantástica e, apesar de ser a segunda vez a fazê-lo, adorei cada minuto: o oceano estava mais limpo, as águas estavam mais cristalinas, deu mesmo para notar a diferença.
Quando entrámos na cidade, o governador de Atlânticos, Thor, apareceu para nos receber. Estava uma grande festa preparada à nossa espera.
Dançámos, comemos e jogámos à bola com os jovens de Atlânticos. Houve um jogo que Kazz nos ensinou e que se chamava “a mola persegue a fita métrica”. O jogo começava com a fita métrica estendida numa mesa e tínhamos de andar sempre a carregar na mola para ela saltar. Era um jogo divertido. É claro que fui a vencedora!!!
 Foi um dia de grande diversão no fundo do oceano, na cidade de Atlânticos.

                          Trabalho realizado por:

A aluna: Lara Amaral dos Santos 5º F nº 7
                                                 A mãe: Filipa Isabel dos Santos Amaral   

«Um sonho no fundo do mar»
Uma história nova, com alguma(s) personagem(ns) do livro lido.
                                                   
       A minha cidade estava a ficar cada vez mais poluída com os fumos das fábricas e eu estava a sentir-me mal naquele ambiente .
Passado algum tempo, o telefone tocou e lá fui eu atender. Era o tio Albano, a perguntar-me se eu queria ir lá passar umas semanas agora nas férias de verão. Eu disse logo que sim, claro, e perguntei se podia levar uns amigos. Então pensei em levar o Miguel, o Bruno, claro, o amor da minha vida, o Fábio, Pedro, a Letícia e o Cláudio .
Passados uns dias lá fomos todos para a quinta do tio Albano. Ele é muito atencioso, brincalhão e educado.
Quando chegámos, a minha tia foi mostrar-nos os quartos: eu fiquei com a Letícia e a Joana num quarto e o Bruno e o Miguel ficaram no quarto ao lado e logo a seguir, noutro quarto, ficou o Pedro e o Cláudio.
De seguida mostrou-nos os campos, os animais, a piscina grande do quintal, os lagos com peixes e patos, o rio que corria pela quinta, de água límpida, de uma brancura incomparável às águas que havia na cidade onde vivíamos, os pomares com fruta viçosa e perfumada, e tantas outras coisas!...
Adorei a quinta e a sua beleza natural era incomparável à da cidade. Depois de um dia em cheio fomos descansar.
De manhã cedo, o Bruno foi-me chamar ao quarto e levou-me até ao jardim onde estava uma mola com o número nove: tinha pendurada uma folha que dizia “Eu adoro-te “.
A partir daí ficámos namorados e felizes e finalmente dediquei-me ao meu sonho que era ser designer de moda. Mas para isso a minha tia ensinou-me a coser e a medir com a fita métrica e relembrou-me que saber usá-la era muito importante, para verificar e tirar as medidas das roupas.
Um dia mais tarde tornei-me uma verdadeira designer de moda, muito bem sucedida.

Trabalho realizado por: Leonor Rebelo, 6ºF
 e Tânia Rebelo (irmã).
    


terça-feira, 5 de março de 2013

N'«A Ilha do Paraíso» com A Mala das Histórias

     A Mala das Histórias do 2º ciclo também fez grandes viagens pelas turmas do 5ºF e 6ºF. 
     E foram mesmo grandes!... Chegaram à Ilha do Paraíso!
     Este é o título da obra escrita por Maria do Rosário Pedreira, «A Ilha do Paraíso», e com o livro viajaram também dois objetos: uma chave e uma concha.
   
     Vejamos as aventuras que a Vitória e o Marco do 5ºF, e a Tatiana e a Fernanda do 6ºF , em conjunto com os seus familiares, nos trouxeram, no regresso da viagem que a Mala fez pelas suas casas... 


Continuação da história:  «A ILHA DO PARAÍSO»

 … o Luís, os pais e os seus animais partiram logo de manhã cedinho.
                O Luís nem acreditava que ia conseguir viajar com os seus animais todos. E, finalmente, quando chegou ao seu destino, as Caraíbas, encontrou  a família de animais que ele sempre quisera ter:  havia varias espécies, como hamsteres, gatos, cachorros, periquitos e, por fim, o seu cágado. Ele e os pais aproveitaram para dar uma volta por ali para ficarem a conhecer melhor as Caraíbas.  
                Ao passarem junto ao mar, encontraram uma concha pequena, mas tão bela como nunca tinham visto. Era impressionante ver o sol refletir na concha!
                - Como ela brilha! - disse o Luís aos pais, muito contente. Decidiu pegar nela e ao levantá-la reparou que havia uma chave por baixo dela.
                - Mãe, será que esta chave é de alguma arca de tesouro? - perguntou o Luís.
                - Não sei - respondeu a Mãe, muito curiosa.
                Entretanto o Luís guardou a chave com ele, levando-a para casa. No dia seguinte, ao acordar, lembrou-se da chave e correu logo para o quarto dos pais.
                - Mãe, pai, vamos à procura da arca do tesouro? - propôs ele muito contente.
                - Claro, filho, mas antes… muitos parabéns!
O Luís já nem se lembrava do seu aniversário, mas disfarçando disse:
- Obrigado, mãe e pai, mas vamos à procura do tesouro ou não? – insistiu.
- Claro, vamos! - concordou o pai.
Então eles andaram às voltas pela ilha, até que por fim encontraram o tesouro.
E o que tinha o tesouro? Imensos livros de histórias de animais. O Luís ficou muito feliz com o que encontrou e, depois de ter lido um bocadinho de cada livro, o menino disse aos país que tinha sido o melhor presente que podia ter recebido.
 Regressaram a sua casa todos felizes, principalmente os pais, pois o tesouro, a chave e até ir dar com o sítio do tesouro, não tinha sido fácil isto tudo na cabeça do Luís. Mas para os pais tudo fora fácil, porque nada teria acontecido sem sua ajuda…

 Vitória  Mesquita, 5ºF, e sua mãe 

Eu e o meu amigo (uma nova história)

O Luís era o melhor amigo que uma criança podia ter. Era divertido e gostava de aventuras.
Um dia disse–me:
- Marco, vamos ser detetives só por um dia?
- Claro que sim – respondi eu.
Se o dissemos, melhor o fizemos. Fomos para a praia, com o mar calmo e as águas da cor do céu.
Quando andávamos a passear, vimos um objeto no chão. Era tão brilhante que não dava para olhar para lá durante três segundos.
Então, eu exclamei:
- Uma concha!
- Sim - respondeu o Luís. Vamos pô-la no saco e pode ser que encontremos um tesouro!
Depois de caminharmos muito, encontrámos uma garrafa meia enterrada na areia e com algo lá dentro. Tudo parecia conjugar-se para fazermos uma caça ao tesouro.
A garrafa só tinha um pergaminho e uma chave. No pergaminho dizia que havia um tesouro no acampamento.
Fomos logo a correr. E quando chegámos vimos uma enorme caixa. Quando a abrimos tinha montes e montes de brinquedos.
Então, resolvemos partilhar o tesouro com todos os campistas.

 Trabalho elaborado por Marco António Gomes ( 5ºF) e a sua irmã, Andreia. 

O TESOURO DA ILHA DO PARAÍSO
Era uma vez um menino aventureiro chamado Luís. Ele estava a viajar na sua arca, com seus fiéis amigos animais falantes.  
Ao anoitecer começou uma grande tempestade, a arca balançava de um lado para o outro.  Entretanto,  veio uma onda gigante e levou- a para uma ilha.
Ao amanhecer a arca estava muito danificada, mas Luís verificou que estavam todos bem. Então  ele perguntou ao seu periquito, Eduardo:
- Eduardo, quanto tempo levas para repará-la?
-Infelizmente levará algum tempo.
Então Luís e seus amigos trataram de construir um abrigo e procurar alimentos. Saindo do abrigo, o cão Mário, tropeçou em algo estranho. Luís viu que se tratava de uma grande chave de ferro e guardou-a. Em seguida, a gata Maria encontrou uma caverna muito misteriosa e chamou todos os outros.
- Depressa! Vejam! Uma caverna.
A malta reuniu-se e decidiram explorá-la. Na metade do caminho encontraram um pequeno índio que exclamou:
- Cuidado! Esta caverna é perigosa, pois tem um tesouro escondido e é protegido por um antigo guardião.
 Luís agradeceu ao índio e continuaram a caminhar. Depois de algum tempo, já cansados, avistaram uma escada de pedras e no topo havia um grande baú. O espírito guardião aproximou-se e disse-lhes:
-Apenas o escolhido com a chave encantada e de coração puro, poderá abrir o baú.
Então Luís lembrou-se da chave que guardara e respirou fundo, ergueu- a, colocou-a na fechadura e girou com toda a força. O baú abriu-se e dentro dele havia uma concha mágica, que concedia apenas quatro desejos.
Então Luís desejou que a arca fosse reparada. Num passe de mágica a arca estava perfeita.
O segundo desejo foi que houvesse outra concha mágica dentro do baú, para que outra pessoa pudesse achá-la. E assim foi feito.
O seu terceiro desejo foi que houvesse a paz mundial. E assim foi feito.
O seu último desejo foi concedido aos seus amigos, então eles pediram que todos os animais fossem bem tratados pelo homem.
Luís agradeceu à concha, fechou o baú, enterrou a chave e partiram para casa. E assim viveram todos felizes para sempre.     

Fernanda de Rezende Ferreira Campos (6º F), com o pai , Marco António, e a mãe, Ana Paula

O Tesouro da Clarinha
(História nova)
  
Era uma vez uma menina chamada Clarinha.
Um dia, foi a uma livraria e comprou um livro para o seu amigo Luís.
Quando foi para casa teve curiosidade e começou a ler o livro. Numa das páginas encontrou uma chave muito grande que parecia dar para abrir a caixa de um tesouro.
Seguidamente correu para o computador e foi pesquisar onde é que estava esse tesouro. Então leu que estava numa «ilha do paraíso».
Correu a dizer aos pais e logo alugaram um barco e navegaram até à ilha.
Horas mais tarde já tinham chegado e a Clarinha divertia –se com as conchas que encontrava.
Por fim encontraram o tesouro a Clarinha foi logo abri-lo, pois queria desesperadamente ver aquele tesouro.
Mas quando abriu a caixa onde ele se encontrava ficou desiludida, porque o que lá estava eram só jóias. A Clarinha não sabia o que era, pensava que aquilo não servia para nada, mas quando soube como as jóias eram valiosas, quis logo levar o achado para casa.
 Daí em diante, a Clarinha passou a comprar mais livros e a ler.
       
O livro foi lido por:
Tatiana Mota Monteiro, 6º F
 e irmão de 3 anos ( Simão Mota Monteiro)


A Biblioteca dá os PARABÉNS aos leitores-escritores, seus pais e irmãos, que aceitaram este desafio de ler e escrever a dois...
Pela equipa da Biblioteca, 
Isabel Carvalho
(professora  bibliotecária)