Caros Amigos e Amigas:
O desafio que vos lancei sobre a elaboração colectiva de um conto, por ciclo, está decorrer às mil maravilhas. Melhor não podia acontecer!
Esta iniciativa partilhada também com os vossos Professores de Língua Portuguesa é um exercício aberto a todos sem restrições criativas onde se pretende também reforçar o espírito colectivo do nosso Agrupamento.Mergulhem e deliciem-se como eu na leitura de alguns textos já expostos no meu (vosso) reino e aguardem por mais notícias!
Prometo-vos mais tarde publicar aqui os contos na íntegra, agradecer a preciosa colaboração de todos e dar espaço às vossas impressões sobre este feito, bem como comentários e sugestões, para melhorarmos algo deste tipo que possamos vir a fazer no futuro.
Estejam atentos! E lá diz o ditado: "Quem conta um conto, acrescenta um ponto"Até lá, boas escritas! Um abraço!
A vossa Biblioteca
sexta-feira, 11 de abril de 2008
Hora do Conto - "Brincadeiras Partilhadas"
quarta-feira, 9 de abril de 2008
Os Direitos Inalienáveis do Leitor
O direito de não ler
O direito de saltar páginas
O direito de não acabar um livro
O direito de reler
O direito de ler não importa o quê
O direito de amar os “heróis” dos romances
(doença textualmente transmissível)
O direito de ler não importa onde
O direito de saltar de livro em livro
O direito de ler em voz alta
O direito de não falar do que se leu
Daniel Pennac
O direito de saltar páginas
O direito de não acabar um livro
O direito de reler
O direito de ler não importa o quê
O direito de amar os “heróis” dos romances
(doença textualmente transmissível)
O direito de ler não importa onde
O direito de saltar de livro em livro
O direito de ler em voz alta
O direito de não falar do que se leu
Daniel Pennac
domingo, 6 de abril de 2008
Dia Mundial do Livro - 23 de Abril
Os Livros são como os Amigos!
Os Livros são como os Amigos!
São pássaros a voar!
Sempre pousados
Prontos a ajudar.
Os Livros tal como os Amigos
Dormem acordados
Sempre por perto
Quando chamados.
Os Livros como os Amigos
Logo que a noite desce
São um raio de Sol
Há sempre um que aparece.
(Texto adaptado)
quarta-feira, 2 de abril de 2008
Dia Internacional do Livro Infantil - 2 de Abril
Era uma vez um escritor que adorava contar histórias infantis. Ele escrevia narrativas tão mágicas que, passados muitos anos e até séculos, crianças e adultos do mundo inteiro ainda se encantam com os contos e compartilham aquelas maravilhas nas famílias, nas escolas e entre os amigos.
Hans Christian Andersen nasceu no dia 2 de Abril de 1805 e faleceu no ano de 1875. Como naquela época não havia televisão, cinema ou computador, a diversão das crianças ficava por conta das histórias improvisadas pelos pais ou avós. Teve uma infância muito pobre, mas o seu pai, um sapateiro, era muito criativo e encenava algumas peças (como os famosos contos de “As mil e uma noites”) em pequenos teatros de papelão. Desde cedo, Andersen era apaixonado pela chamada arte cénica ou teatral.
Andersen é o autor de "O patinho feio", "O valente soldadinho de chumbo", "A roupa nova do rei", "A sereiazinha" e "João e Maria", entre outros títulos.
Sabes quantos contos ele escreveu para crianças? 156. Depois do grande sucesso que obteve com a publicação do primeiro livro de histórias, descobriu que o seu verdadeiro talento estava na literatura infantil. Ele adorava ficar entre os jovens para brincar, ouvir e contar histórias divertidas; talvez por isso mesmo ele tenha desenvolvido a capacidade de criar mundos imaginários que fascinem tanto as crianças.
Os contos de Andersen têm uma estrutura bem interessante: começa tudo bem; depois, acontece um conflito com as personagens; e esse problema é resolvido no final, quando os maus são castigados e os bons têm um final feliz. Isso seduz as crianças e mostra para elas que as dificuldades podem ser resolvidas.
Outro ponto importante é que os contos tradicionais, como os de Andersen, lidam com valores universais, que chamam a atenção de todos. Na história de João e Maria, por exemplo, encontramos temas como a valorização da família e da partilha; e no Patinho Feio, fala-se da auto-estima e da aceitação das pessoas.
Hans Christian Andersen nasceu no dia 2 de Abril de 1805 e faleceu no ano de 1875. Como naquela época não havia televisão, cinema ou computador, a diversão das crianças ficava por conta das histórias improvisadas pelos pais ou avós. Teve uma infância muito pobre, mas o seu pai, um sapateiro, era muito criativo e encenava algumas peças (como os famosos contos de “As mil e uma noites”) em pequenos teatros de papelão. Desde cedo, Andersen era apaixonado pela chamada arte cénica ou teatral.
Andersen é o autor de "O patinho feio", "O valente soldadinho de chumbo", "A roupa nova do rei", "A sereiazinha" e "João e Maria", entre outros títulos.
Sabes quantos contos ele escreveu para crianças? 156. Depois do grande sucesso que obteve com a publicação do primeiro livro de histórias, descobriu que o seu verdadeiro talento estava na literatura infantil. Ele adorava ficar entre os jovens para brincar, ouvir e contar histórias divertidas; talvez por isso mesmo ele tenha desenvolvido a capacidade de criar mundos imaginários que fascinem tanto as crianças.
Os contos de Andersen têm uma estrutura bem interessante: começa tudo bem; depois, acontece um conflito com as personagens; e esse problema é resolvido no final, quando os maus são castigados e os bons têm um final feliz. Isso seduz as crianças e mostra para elas que as dificuldades podem ser resolvidas.
Outro ponto importante é que os contos tradicionais, como os de Andersen, lidam com valores universais, que chamam a atenção de todos. Na história de João e Maria, por exemplo, encontramos temas como a valorização da família e da partilha; e no Patinho Feio, fala-se da auto-estima e da aceitação das pessoas.
Dizem que Andersen também se baseou na sua própria vida para criar os contos. Quando criança era desengonçado e alto demais para a sua idade - o que provavelmente era motivo de riso entre seus colegas. Talvez isso tenha inspirado o escritor a criar “O patinho feio”. E como o patinho feio, o autor também teve um final feliz, pois ficou reconhecido como um dos maiores escritores da literatura infantil do mundo.O nosso querido escritor dinamarquês ficou tão famoso mundialmente que, em homenagem ao dia do seu nascimento, em 2 de Abril, comemoramos o Dia Internacional do Livro Infanto-Juvenil.
Que bom! As histórias de Andersen estão vivas até hoje e são contadas nas mais diferentes línguas pelo mundo inteiro. Alguns tornaram-se belos filmes e peças teatrais.
Vamos juntos comemorar este dia. A Equipa da Biblioteca Escolar sugere-te:
o Requisita um livro infantil;
o Pede aos teus pais que te levem a uma livraria ou biblioteca;
o Oferece um livro;
o Adormece “entre livros”;
o E sonha com as tuas personagens infantis.
Dia Internacional do Livro Infantil - 2 de Abril

Simplesmente Ler
Ler sempre.
Ler muito.
Ler “quase” tudo.
Ler com os olhos, os ouvidos, com o tacto, pelos poros e demais sentidos.
Ler com razão e sensibilidade.
Ler desejos, o tempo, o som do silêncio e do vento.
Ler imagens, paisagens, viagens.
Ler verdades e mentiras.
Ler para obter informações, inquietações, dor e prazer.
Ler o fracasso, o sucesso, o ilegível, o impensável, as entrelinhas.
Ler na escola, em casa, no campo, na estrada, em qualquer lugar.
Ler a vida e a morte.
Saber ser leitor tendo o direito de saber ler.
Ler simplesmente ler.
Edith Chacon Theodoro
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
NEM SEMPRE FOI ASSIM
Cresci, passei por mudanças, mudei de visual. Tive os meus receios. Quem não os tem quando chega a hora de mudarmos os nossos hábitos?
Quando retiram os livros dos armários, bem guardados... temi pela segurança dos meus tesouros. Vi novas estantes chegarem bonitas... é certo, mas que colocavam os meus livros à disposição de todos! Meus... sim... era assim que eu os considerava!
Estava enganada! Aprendi a partilhá-los com muitos meninos, professores e funcionários.
Em tempos era quase só o silêncio que me fazia companhia. Hoje não! Tenho as minhas portas sempre abertas e por elas entram muitos visitantes.
Também eu tive de me render às novas tecnologias. Pensei que os meus tesouros ficariam irremediavelmente confinados às estantes, pois a minha amiga Internet é muito rica em variedade e muito apelativa. Hoje as novas tecnologias fazem parte de mim, enriquecendo a minha colecção.
Foi criado o Dia para me dar mais destaque… celebrou-se há dias e foi muita a animação durante dois dias (quarta-feira e quinta-feira à tarde).
À medida que fui crescendo e enriquecendo o meu fundo, ganhei mais responsabilidades. Hoje faço parte de uma família – a Rede de Bibliotecas Escolares – com uma grande missão, definida no Manifesto da Biblioteca Escolar da IFLA/UNESCO:
“A Biblioteca Escolar disponibiliza serviços de aprendizagem, livros e recursos que permitem a todos os membros da comunidade escolar tornarem-se pensadores críticos e utilizadores efectivos da informação em todos os suportes e meios de comunicação.”
Coisas sérias que se dizem a meu respeito!! Mas é este o meu papel… que só com todos faz sentido.
Anabela Costa
Quando retiram os livros dos armários, bem guardados... temi pela segurança dos meus tesouros. Vi novas estantes chegarem bonitas... é certo, mas que colocavam os meus livros à disposição de todos! Meus... sim... era assim que eu os considerava!
Estava enganada! Aprendi a partilhá-los com muitos meninos, professores e funcionários.
Em tempos era quase só o silêncio que me fazia companhia. Hoje não! Tenho as minhas portas sempre abertas e por elas entram muitos visitantes.
Também eu tive de me render às novas tecnologias. Pensei que os meus tesouros ficariam irremediavelmente confinados às estantes, pois a minha amiga Internet é muito rica em variedade e muito apelativa. Hoje as novas tecnologias fazem parte de mim, enriquecendo a minha colecção.
Foi criado o Dia para me dar mais destaque… celebrou-se há dias e foi muita a animação durante dois dias (quarta-feira e quinta-feira à tarde).
À medida que fui crescendo e enriquecendo o meu fundo, ganhei mais responsabilidades. Hoje faço parte de uma família – a Rede de Bibliotecas Escolares – com uma grande missão, definida no Manifesto da Biblioteca Escolar da IFLA/UNESCO:
“A Biblioteca Escolar disponibiliza serviços de aprendizagem, livros e recursos que permitem a todos os membros da comunidade escolar tornarem-se pensadores críticos e utilizadores efectivos da informação em todos os suportes e meios de comunicação.”
Coisas sérias que se dizem a meu respeito!! Mas é este o meu papel… que só com todos faz sentido.
Anabela Costa
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